Domingo, Julho 27, 2008
Sábado, Julho 05, 2008
mais um
No novo disco do Nas, «Untitled», mais um sample de «Message from a Black Man». Obrigado ao Kooltuga pela dica. A do Rza continua a ser a minha favorita, e a vossa, instrumentalmente falando?
de
Emanuel Amorim
às
0:21
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Segunda-feira, Junho 30, 2008
O senhor King Geedorah, ou seja, MF DOOM, também samplou "A message from a Black Man". O resultado, na minha opinião, não é tão bom como em Rza:
de
Emanuel Amorim
às
15:44
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Domingo, Junho 29, 2008
rza em grande
Rza está de volta com «Digi Snacks» e em grande estilo: "It's a perfect blend of reality, fiction, sci-fi and martial arts”, suficiente para nos deixar curiosos, não? O primeiro single - "You Can't Stop Me Now" com Inspectha Deck - é uma lição de como tratar bem um sample, respeitando a música original. Neste caso o original chama-se “Message from a Black Man”, composição dos geniais Barrett Strong e Norman Whitfield para os Temptations, mas é a versão dos The Whatnauts que Rza sampla. Uma lição especialmente para os “tugas” que tanto maltratam aquilo que samplam, basta ouvir o que Madkutz fez ao clássico “Strawberry Letter 23” no último disco de Royalistick. Bom, o melhor mesmo é ver o vídeo de Rza, sem Inspectah Deck:
de
Emanuel Amorim
às
1:45
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Domingo, Junho 22, 2008
Coultrain - The Adventures of Seymour Liberty

Ouvi o relógio da sala a dar quatro badaladas e amaldiçoei quem inventou as insónias que, como sabem, não foram inventadas. Levantei-me do sofá, desliguei a televisão e comecei a jogar Manjong no computador. Enquanto procurava o par para a peça do dragão verde incomodou-me o silêncio. Nada de novo, portanto. Meti os auscultadores na cabeça e um tal de Coultrain – através do seu disco «The Adventures of Seymour Liberty» - começou a cantar-me ao ouvido, acompanhado por pormenores instrumentais que tanto me lembram a soul orquestral da Stax como também a soul espacial de Steve Spacek. Neste disco há uma bateria feita para retirar o pouco sono que tenho e que actua directamente na minha anca; há uma guitarra que me sussurra - muito baixinho porque se assim não fosse deixava de ser um sussurro - «estou deprimida»; e há um piano, ou um primo, a ver as suas teclas a serem acariciadas com carinho (sim, sou redundante). Há também referências cinematográficas - uma faixa chamada «Lost in Translation», o (ou “um”, como preferirem) filme da insónia, inconveniente, não?
Boa noite!
de
Emanuel Amorim
às
3:18
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